quarta-feira, 1 de abril de 2009

Hoje de noite


Hoje à noite
Sabem dos medos, as horas
E meus minutos de angústia serão infinitos como os grãos de areia
Das praias por onde eu andei só
Os minutos serão como o metrô que espero na estação
E quando ele chegar
Mil sóis irão girar ao meu redor
Então serei o centro do universo
E tudo será mágica e dança
E como criança, meus lábios irão brincar
De assoviar velhas canções de guerra
De maldizer antigas promessas de amor.

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